Vinte e sete espectáculos, nove dos quais em estreia, compõem a 26.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Almada, que decorre a partir de sábado em vários espaços daquela cidade e de Lisboa.
Do programa do festival, que decorre até 18 de Julho, fazem parte produções de 10 países – Portugal, Alemanha, Angola, Argentina, Bélgica, Chile, Espanha, França, Itália e Rússia – das quais o director do certame, o encenador Joaquim Benite, destaca “As Criadas”, de Jean Genet, numa encenação de Luc Bondy, e Dieu comme Patient”, de Lautréamont, com direcção de Matthias Langhoff.
Além destes dois momentos, o programa inclui igualmente uma exposição de imagens do Teatro Latino-Americano, organizado com a colaboração da revista espanhola ADE (Associação de Encenadores de Espanha), o Instituto Internacional de Teatro do Mediterrâneo e a Casa da América Latina, que estará patente durante todo o festival na Escola D. António da Costa, em Almada.
Um seminário sobre tradução de textos teatrais, em colaboração com o Teatro Nacional de São João, e um encontro de estética e teoria cultural denominado “POLÍTICA.CRIAÇÃO.VALOR”, em colaboração com o Instituto Franco-Português, são outras iniciativas do certame.
Considerado um dos maiores actores portugueses da segunda metade do século XX, o actor Ruy de Carvalho, de 82 anos, será este ano homenageado pelo festival, com uma mostra documental sobre a sua carreira, organizada com o contributo do Museu Nacional do Teatro, que poderá ser vista também na Escola D. António da Costa, das 15:00 às 24:00.
Outras exposições, workshops, leituras encenadas, animação e música na esplanada completam o programa da 26.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Almada.
2 Comentários
E isso tudo não pôde ser a semana passada, quando estive eu por aí? Sempre chego cedo de mais, ou então tarde, nunca na hora. O coelho da Alice ao meu lado era a pontualidade britânica coelhificada.
e eu aqui tão longe. vale a tua divulgação e doutros amigos.
abraço companhon