O semanário Sol revela na edição de sexta-feira um extracto do despacho do juiz do processo Face Oculta onde se refere que das conversações entre Paulo Penedos e Armando Vara resultaram indícios muito fortes da existência de um plano em que está directamente envolvido o Governo, nomeadamente o primeiro-ministro, visando o controlo da estação de televisão TVI e o afastamento da jornalista Manuela Moura Guedes e do seu marido, José Eduardo Moniz, para controlar o teor das notícias.
O desgoverno português que está implantado em Portugal por vontade popular começa a atingir laivos neofascistas e a absorver resquícios de bolor salazarento.
Mário Crespo, o jornalista maldito, foi alegadamente considerado por Sócrates & Compinchas, um “problema” para o qual é necessário arranjar uma “solução”. O mesmo, foi publicamente apelidado, durante um almoço em que participou o artífice-mor do desgoverno lusitano, de mentalmente débil e a precisar de ir para um manicómio. Mais, o JN, jornal para o qual trabalhava, recusou-se a publicar um seu artigo que dava conta da perseguição que lhe foi movida, não sendo, é claro, muito difícil advinhar as motivações para tal “censura”.
Mais do que uma suspeita, vário indícios testemunhais indicam que hoje em dia, em Portugal, existe perseguição e coação a jornalistas e a todo e qualquer cidadão que expresse publicamente repulsa pelas políticas desgovernativas deste executivo.
Sabemos todos que um dos pilares essenciais em que assenta um estado repressivo e fascizóide é precisamente no condicionamento, através de variadas formas, da liberdade de expressão. É isso que acontece hoje em Portugal, não há que o escamotear.
Camaradas e amigos,
os tempos são dificeis, a conjuntura complicada, os protagonistas políticos de fraquíssima qualidade e o futuro negro. Perante a extrema saturação dos políticos porcos de sempre, impõe-se inovar e apostar na alternativa viável de uma candidatura para a presidência, assumida (e bem!) como SÓ PARA ALGUNS. De facto, estamos fartos dos candidatos que afirmam candidatar-se para serem o presidente de todos os portugueses. Até neste particular, a imaginação falta a essa gente!
O Marreta, consciente dos seus deveres cívicos, e depois de ponderada meditação, afirma aqui e agora o seu apoio e incentivo à candidatura de Pata Negra à presidência da república. E porquê, perguntarão vocês? Simples, Pata Negra é o único candidato assumidamente javardo o suficiente para protagonizar a revolução necessária contra a opressão, a tirania e a exploração da corja que nos desgoverna e da trupe que nos chupa o sangue há anos consecutivos, ou já se esqueceram da obra de George Orwell, o Triunfo dos Porcos? Para além disso, Portugal tornar-se-ia no primeiro país a eleger um monarca para a presidência, vincando para sempre uma posição inovadora nos manuais da história mundial.
Assim, apelo a todos os visitantes que se solidarizem com esta candidatura popular e que expressem o vosso apoio no site http://reidosleittoes.blogspot.com e enviem donativos através da conta do Banco de Fomento Suíno, NIB: 000000000000000000069.
PATA NEGRA, AMIGO, O PORCO… O POVO ESTÁ CONTIGO!
O PORCO… O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO!
PINHEIRO DE AZEVEDO O PORCO NÃO TEM MEDO!
POCILGAS SIM, BARRACAS NÃO!
Gary Moore, um dos grandes mestres da guitarra. Para ouvir com ouvidos de ouvir.
Bom fim-de-semana!
Está a caldeirada montada devido ao abate de terras na CREL (outra coisa nem era de esperar, para não quebrar tradições) que levou à interrupção daquele autoestrada. Pelo que me apercebo, isto segundo últimas informações, nenhuma das três partes envolvidas na situação se mostra receptiva para assumir responsabilidades pelo acontecido, ou seja Brisa, Espirito Santo (a quem pertencem os terrenos) e Câmara Municipal da Amadora já começaram a sacudir a água do capote, prevendo-se um intenso jogo de ping-pong tripartido que provavelmente terminará em tribunal e cuja decisão será remetida para outras calendas.
Nada disto para mim é surpresa num país que funciona sobre o joelho e em que os exemplos vêm precisamente de onde nunca deveriam vir. Já estamos tão habituados a este tipo de embróglios que mais um pouca ou nenhuma mossa fará, no entanto continua a ser triste que a cultura de responsabilidade seja tão menosprezada e que os prevaricadores quase sempre estiquem a corda confiantes de que a coisa tarde ou nunca se resolverá.
Por cá, a tradição ainda é o que era.
Tenho andado algo meditabundo a analisar profundamente a realidade social vigente em Portugal.
Desta minha análise tem ganho força a certeza, adquirida através de dados concretos e reais ao longo do tempo, de que no mínimo ¾ da população activa a trabalhar por conta própria se dedica ao chico-espertismo e ao chupismo profissionais, utilizando a sua actividade laboral apenas como plataforma para ludibriar o próximo, não primando pelo prazer e vontade de trabalhar de forma séria e honesta. De facto, o dinheiro fácil é muito mais apetecível, especialmente se é conseguido com a desgraça alheia. A esta corja vulgarmente costumo chamar de cabrões chupistas.
Paralelamente a esta corja existe ainda uma outra trupe que gravita em seu torno, e que não trabalhando ainda por conta pópria, tem como ambição máxima um dia conseguir lá chegar, aplicando os mesmos ensinamentos obtidos com os exemplos daqueles a quem um dia vão querer imitar. Aos membros desta trupe, ainda mais irritante, costumo chamar de aprendizes de cabrões chupistas.
Para além dos triviais expoentes máximos do chico-espertismo e chupismo, como sejam os “empresários” das oficinas auto, os profissionais liberais e não liberais da tanga do ramo dos seguros e da banca, mais os das agências imobiliárias, todos os dias “descubro” novos exemplos dignos de figurar também na listagem, tendo chegado à triste conclusão de que a percentagem de chico-espertos chupistas é elevadamente desproporcional relativamente à percentagem de gente honesta que trabalha de forma digna.
Recentemente adoptei até uma espécie de ritual. Comprei ½ dúzia de garrafas de champanhe (devem ser suficientes para os próximos 5 anos) e por cada “profissional” a quem eu tenha que recorrer para me prestar algum serviço necessário, que não se revele pertencer à categoria de cabrão chupista, abro uma. Cá para mim não vou conseguir esgotar o stock tão depressa.
BOM FIM-DE-SEMANA!
A blogosfera já viveu melhores dias. Com a proliferação das redes sociais da treta, e o exponencial aumento da coscovilhice on-line, desiderato tão ao agrado da populaça, nomeadamente da portuguesa, a freguesia tem vindo rapidamente a escapulir-se para esses sites de plástico (não é só a má comida que é de plástico), abandonando uma “arma” de referência como são os blogs – espaços livres de informação e debate de ideias.
Hi5, Twitter, Facebook e outros, mas principalmente este último, tem absorvido muita da matéria prima de qualidade que gravitava em torno da blogosfera, reciclando-a em mão-de-obra escrava das florzinhas, bolinhos, farmvilles e afins, ou seja, assistimos a um evidente acarneiramento do povinho.
Na prática, e fazendo uma analogia, será a mesma coisa que um habitual interessado e informado espectador do Odisseia, National Geographic ou Discovery, de repente passe a espectador assíduo das novelas da SIC e da TVI, tal o abismo que separa as duas realidades.
Como tudo na vida as modas surgem, vigoram e desaparecem, como inevitavelmente desaparecerá a blogosfera, bem como o Facebook, pelo menos nos formatos actuais, no entanto como tudo na vida a escolha decisiva, apesar da influência da publicidade e da moda, será sempre de cada indivíduo.
Este marreta já fez a sua. Antes trocar a blogosfera pelo guelas ou o pião do que pelo Facebook ou outra treta do género!
ABAIXO O FACEBOOK, VIVA A BLOGOSFERA!!!
P.S. (salvo seja): assinado por quem tem uma conta no Facebook, mas que não lhe dedica mais de 5 minutos a cada 2 dias, e que até ao presente momento ainda não conseguiu vislumbrar um motivo para aumentar o tempo na ampulheta.
A Ordem Militar de Cristo é uma Ordem honorífica Portuguesa que herdou o nome da extinta Ordem de Cristo (1834), e que é concedida por destacados serviços prestados no exercício das funções em cargos de soberania ou Administração Pública, e na magistratura e diplomacia que mereçam ser especialmente distinguidos. [Wikipédia]
Alguém me pode informar o que é que este gajo (e outros…) fez para a merecer?
As vindimas têm-me ocupado o meu precioso tempo, por isso não tenho aparecido muito assiduamente aqui na Tribuna. Hoje venho cá, porque estou fodido com estes chulos parasitas que pensam que lá porque têm um poleiro arranjado com os votos da populaça iludida com lavagens cerebrais, julgam que podem (e devem) assenhorear-se das vias públicas, infringindo o código, atropelando as mais elementares regras de civismo e, por vezes até, destruirem os “seus” veículos pagos através do erário público e, mais grave ainda, destruirem os veículos dos outros cidadãos contribuintes que pacificamente enfrentam as intermináveis filas de trânsito de hora de ponta.
Hoje de manhã, vinha eu tranquila e lentamente (como de outra forma não podia ser…) a caminho do meu posto de produção quando uma chusma de parasitas motorizados antecedidos por dois motards da polícia invadiu a faixa de rodagem em alta rotação, encenando números de acrobatismo e debitando tão altos décibeis que até as nuvens colocadas por cima acordaram e imediatamente largaram uma chuvada recriminatória.
Seriam ao todo umas nove viaturas carregadas de gado estéril, que mais nenhuma utilidade tem do que a de servir de alimento aos porcos, e ao passarem por mim (é claro que não me desviei um centímetro da minha rota, não me desvio nem nunca me desvierei!) houve até um popó atafulhado de orangotangos (seguranças) que guinou na minha direcção de forma a intimidar-me tendo até o meu boguinhas abanado com a deslocação de ar! Não teriam sido mais do 2 centimetros a distância que nos separou. Que se lixasse, eu até ficava satisfeito em ter conseguido enfiar um pauzinho naquela engenagem diabólica e tê-los feito parar, terem um pequenino contratempo que fosse, tê-los feito chegar 5 minutos atrasados ao compromisso, que certamente deveria meter morfes, pois aquela escumalha alimenta-se bem (e à conta dos contribuintes, nunca nos podemos esquecer) e não gosta de andar de bucho vazio, que isso é para os 2 milhões de pobres mais os que não contam para as estatísticas: os camuflados e os envergonhados.
Não consigo resignar-me a que esta trupe se veja no direito de poder utilizar o bem público (e muitas das vezes destruí-lo!) em gincanas automobilisticas em nome não sei do quê, pondo em perigo a segurança e a vida dos outros cidadãos utentes das vias públicas. Não consigo resignar-me a que estes sabujos pagos com o NOSSO dinheiro, nunca é de mais repetir, se arroguem no direito de chegarem mais depressa do que os outros tendo saído mais tarde do que os outros.
Vão apanhar um avião, vão a uma reunião, vão encher o bandulho, levantem a peida da cama mais cedo, que é o que o povinho faz, ou então dêem um exemplo ecológico e vão de bicicleta. Esta escumalha não é mais do que qualquer vulgar cidadão, nem tem mais direitos que os mesmos. Aliás, os deveres deles são até maiores, pois tendo sido eleitos pelo povo, têm o dever acrescido de representar quem os elegeu de uma forma honesta e digna, o que é raro, diga-se…
Quando, por acaso, forem incomodados por estes selvagens na estrada, não lhes liguem pívia, mantenham o vosso rumo e simplesmente desprezem-nos, ignorem-nos. É o que eles merecem!
O jovem, membro do gangue da Lapa, foi condenado por três crimes. Tio do arguido condenado a pena de multa por falso testemunho.
O tribunal de Matosinhos condenou hoje a uma pena suspensa de três anos de prisão o jovem que em Maio de 2008 atropelou mortalmente um varredor de rua, tendo abandonado o local em seguida.
Fernando Teixeira, membro do gangue da Lapa já julgado no Tribunal de São João Novo por outros crimes, foi condenado por homicídio por negligência, ofensa à integridade física por negligência e omissão do dever de auxílio.
O tribunal concluiu não terem ficado dúvidas sobre a autoria dos crimes ou da manobra de condução efectuada que levou à morte do varredor.
O caso remonta a 23 de Maio de 2008 quando, na freguesia da Senhora da Hora em Matosinhos, o veículo em que o jovem seguia se despistou, atingindo o varredor de rua que acabou por falecer.
O arguido, então com 17 anos, embateu ainda em três outros varredores de rua que também se encontravam a trabalhar naquele momento, fugindo em seguida do local do crime.
O juiz responsável pelo julgamento considerou não haver razão para uma pena de prisão efectiva já que “as coisas aconteceram por descuido e não com uma intenção deliberada”.
Acrescentou que “a pena efectiva não se adequa nem é susceptível de conduzir a um processo de ressocialização” do arguido que apesar de ter antecedentes criminais não apresenta “condenações por crimes exacerbadamente graves ou de grande alarme social”. [Jornal de Notícias]
Bom, tenho as minhas sérias dúvidas, neste caso, de que o não condenamento a pena de prisão efectiva possa ressocializar o indíviduo em questão.
No entanto, adptando-me à maré, e já que não tenho antecedentes criminais nem “condenações por crimes exacerbadamente graves ou de grande alarme social”, vou se calhar aproveitar a oportunidade para limpar o sêbo ao vizinho de cima através de um homicídio por negligência. É aproveitar, que os tempos são propícios.
Outdoors, multibanco, um site e até toques de telemóvel é a aposta da nova campanha do Wall Street Institute (WSI), cuja novidade não são os meios publicitados usados, mas sim a estrela que dá rosto à mensagem: Zezé Camarinha, famoso pelo aportuguesamento do inglês e pelos seus pontapés na língua de William Shakespeare.
Toda a campanha gira à volta destes pontapés no inglês. No multibanco e nos ‘outdoors’, o engatatão herói da Praia da Rocha, em Portimão, surge acompanhado de frases como “Camone and learn”, “Without english, you’re done ao beef” ou “You speak english, you desenrascate best”. [DN]
Já vi que na minha profissão actual não vou lá. Vou migrar para os Allgarves e dedicar-me de corpo e alma (mais de corpo…) a actividades mais saborosas e rentáveis. Aguenta aí Zezé, que o teu sucessor, o Marreta-man, está a chegar!
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