20 CANÇÕES / 20 VIDAS (XIII)

10 07 2009

A de hoje é pura e dura e vem de uma das maiores bandas de heavy-metal de sempre. Quem melhor do que os velhinhos Judas Priest para nos relembrar que há alturas na vida em que é preciso quebrar a lei?

Breaking the Law (PRECISA-SE!), em versão ao vivo no ano de 2005, na mítica sala de espectáculos de Tóquio, a Budokan.

Breaking the Law – Judas Priest

Para ver/escutar a canção anterior clicar aqui.





ESTAMOS FODIDOS!

9 07 2009

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Gripe A: Sócrates tranquiliza portugueses
 

O primeiro-ministro apelou esta quarta-feira à confiança dos portugueses na resposta que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) está a dar à gripe A (H1N1), a qual demonstra «profissionalismo e prontidão».

José Sócrates, que hoje participou em Lisboa no encerramento da cerimónia comemorativa dos 30 anos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) – “Garantir o futuro”, disse que a questão da gripe A (H1N1) é um exemplo dos desafios que se colocam ao SNS.

Este desafio, frisou o primeiro-ministro, está a ser respondido com “profissionalismo e prontidão”, pelo que o chefe do Executivo apelou à tranquilidade dos portugueses.

“O SNS demonstrou agora que sabe responder com profissionalismo e competência a este desafio” e é “obrigação do Governo” transmitir tranquilidade e “garantir que tudo está a ser feito”, sublinhou.

José Sócrates considera que “não há razões” para alarmismos e escusou-se a pronunciar-se sobre “cenários hipotéticos” quando questionado sobre a hipótese da aplicação da quarentena. – In Diário Digital

Pronto, agora é que não há mesmo hipótese nenhuma de não estarmos fodidos! Quando ele começa com as certezas, promessas e garantias a coisa dá sempre para o torto. Se quiserem pirar-se para o Butão ainda vão a tempo. Lá pelo menos estamos longe dele e o clima é tão frio que é capaz de congelar e neutralizar o vírus. Senão, fiquem por cá e continuem a aturá-lo.





CTT, PSD, LAGARTOS… QUE GRANDE MIXÓRDIA!

8 07 2009

Dinheiro de luvas terá ido parar ao PSD

PJ acredita que ex-responsáveis e partido beneficiaram de um milhão. Falta apurar rasto final de verbas no BPN.

A Polícia Judiciária (PJ) suspeita que os ex-administradores dos CTT Carlos Horta e Costa e Manuel Baptista, bem como o PSD, terão beneficiado de um milhão de euros em notas resultantes de luvas por negócios ruinosos.

A investigação do caso “CTT” está dada como concluída pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da PJ e foi remetida ao Ministério Público. O processo terminou com 52 arguidos no total. Em causa estão crimes de corrupção, administração danosa, tráfico de influência, fraude fiscal, branqueamento de capitais, falsificação de documentos e prevaricação.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, a confirmação das suspeitas mais graves dos inspectores da PJ, nomeadamente relacionadas com eventuais subornos recebidos por responsáveis da empresa e políticos, estão dependentes do termo de diligências de investigação junto do BPN. Falta saber, concretamente, qual o rasto final de um milhão de euros em dinheiro vivo.

Carlos Horta e Costa, Carlos Encarnação, Paulo Pereira Coelho – este ainda não constituído arguido – e Paulo Miraldo são alguns dos destacados militantes do PSD aos quais são imputados crimes. Cabe ao DIAP do Ministério Público de Lisboa concluir diligências e decidir pela acusação.

O processo incide sobre eventual prática de crimes de administração danosa, pelo menos, pelos membros da administração dos CTT em funções entre 2002 e 2005: Carlos Horta e Costa, o presidente, e Manuel Baptista, Luís Centeno Fragoso, Gonçalo Leónidas da Rocha e Vera Patrício Gouveia, administradores.

Estes responsáveis estão indiciados por terem posto em causa os interesses patrimoniais daquela empresa pública, nos 23 actos de gestão (ver ficha com exemplos na página seguinte) investigados pelos inspectores da UNCC, ao proporcionarem vantagens alegadamente ilegítimas a empresas privadas, gestores e vários políticos, sobretudo do PSD.

Os negócios centrais do inquérito são a alienação de dois edifícios pelos CTT (ver texto ao lado), em Coimbra e Lisboa. E foi a venda do imóvel de Coimbra – que a empresa compradora revendeu no mesmo dia com cinco milhões de euros de lucro -, a originar o maior número de ilícitos.

Neste caso, foram apurados factos que indiciam a prática de crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais, por parte de uma dezena de empresas e cerca de 20 indivíduos, como Paulo Miraldo e Carlos Godinho, outro militante do PSD, e o empresário Artur Albarran. Este, porém, não chegou a ser constituído arguido, supostamente por não ter sido encontrado pelas autoridades. As duas escrituras de compra e venda do prédio de Coimbra foram feitas na Batalha, localidade onde, no mesmo dia, os administradores da empresa do grupo TCN que comprou o edifício aos Correios, Júlio Macedo e Pedro Garcês, levantaram um milhão de euros em numerário.

A PJ suspeita que parte desse dinheiro terá sido destinado a Manuel Baptista e Carlos Horta e Costa, pelo facto de ter apreendido documentos onde aparecem valores atribuídos às iniciais “CHC” e “MB”, mas também a “Amigos CTT” e a “Leões”. Os dois administradores são conhecidos sportinguistas. Contactado pela Lusa, o antigo administrador dos CTT, Carlos Horta e Costa, diz desconhecer os indícios que lhe são imputados. – In Jornal de Notícias

E não é de fugir para o Butão?!…





MARRETA, CIDADÃO BUTANÊS

7 07 2009

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Está decidido! No início da próxima semana vou encarregar-me de entregar a documentação necessária para obtenção de nacionalidade butanesa. E já não há volta a dar, o meu futuro está nos Himalaias!

Ah pois é! Pensavam que estas coisas eram só para Sousas Tavares e Joões Pires?

Em Setembro já conto estar a viver no Butão.





MÚSICA MAESTRO! QUE TRISTEZAS NÃO PAGAM DÍVIDAS E O GRANDE LOUIS ARMSTRONG É EXEMPLO DISSO MESMO!

6 07 2009

Passados que são 18 anos sobre o desaparecimento físico de Louis Armstrong, a sua alma continua a dizer-nos que o mundo é maravilhoso, isto apesar de uma corja de filhos da puta teimarem em estragar a beleza e a harmonia deste balão espacial em que vivemos.

A este tiro-lhe o chapéu! Se quiserem saber mais qualquer coisa acerca deste vulto incontornavel do jazz cliquem aqui, senão fiquem só com a música que já não vão nada mal aviados.





A UTOPIA É POSSÍVEL

5 07 2009

A vida depende da agitação provocada por alguns indivíduos excêntricos.

Em homenagem a essa vida, a essa vitalidade, a comunidade deve aceitar certos riscos, deve admitir um pouco de heresia.

Deve viver perigosamente… se é que quer viver.

- Herbert Read





20 CANÇÕES / 20 VIDAS (XII)

3 07 2009

Haverá algo mais libertário do que isto?

BOM E ESCORREGADIO!

Nice ‘n’ sleazy – Stranglers

Para ver/escutar a canção anterior clicar aqui.





26º FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE ALMADA

2 07 2009
Festival de Almada com 27 espectáculos a partir de sábado

Vinte e sete espectáculos, nove dos quais em estreia, compõem a 26.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Almada, que decorre a partir de sábado em vários espaços daquela cidade e de Lisboa.

Do programa do festival, que decorre até 18 de Julho, fazem parte produções de 10 países – Portugal, Alemanha, Angola, Argentina, Bélgica, Chile, Espanha, França, Itália e Rússia – das quais o director do certame, o encenador Joaquim Benite, destaca “As Criadas”, de Jean Genet, numa encenação de Luc Bondy, e Dieu comme Patient”, de Lautréamont, com direcção de Matthias Langhoff.

Além destes dois momentos, o programa inclui igualmente uma exposição de imagens do Teatro Latino-Americano, organizado com a colaboração da revista espanhola ADE (Associação de Encenadores de Espanha), o Instituto Internacional de Teatro do Mediterrâneo e a Casa da América Latina, que estará patente durante todo o festival na Escola D. António da Costa, em Almada.

Um seminário sobre tradução de textos teatrais, em colaboração com o Teatro Nacional de São João, e um encontro de estética e teoria cultural denominado “POLÍTICA.CRIAÇÃO.VALOR”, em colaboração com o Instituto Franco-Português, são outras iniciativas do certame.

Considerado um dos maiores actores portugueses da segunda metade do século XX, o actor Ruy de Carvalho, de 82 anos, será este ano homenageado pelo festival, com uma mostra documental sobre a sua carreira, organizada com o contributo do Museu Nacional do Teatro, que poderá ser vista também na Escola D. António da Costa, das 15:00 às 24:00.

Outras exposições, workshops, leituras encenadas, animação e música na esplanada completam o programa da 26.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Almada.





PORTUGAL RICO E EUROPEU

1 07 2009

Com a devida vénia à Isabel Bilros, rapinei este texto por ela publicado no blog O Libertário. Julgo que ela não se importará e assim faremos chegar ainda a mais gente esta pequena grande obra prima.

Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:

- É sempre assim, esta auto-estrada?

- Assim, como?

- Deserta, magnífica, sem trânsito?

- É, é sempre assim.

- Todos os dias? 

- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.

- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?

- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.

- E têm mais auto-estradas destas?

- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. – respondi, rindo-me.

- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?

- Porque assim não pagam portagem.

- E porque são quase todos espanhóis?

- Vêm trazer-nos comida.

- Mas vocês não têm agricultura?

- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.

- Mas para os espanhóis é?

- Pelos vistos… Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:

- Mas porque não investem antes no comboio?

- Investimos, mas não resultou.

- Não resultou, como?

- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.

- Mas porquê?

- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não ‘pendula’; e, quando ‘pendula’, enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de ‘modernidade’ foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.

- E gastaram nisso uma fortuna?

- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos… – Estás a brincar comigo!

- Não, estou a falar a sério!

- E o que fizeram a esses incompetentes?

- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa… e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.

- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?

- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km. Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.

- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?

- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.

- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?

- Isso mesmo.

- E como entra em Lisboa?

- Por uma nova ponte que vão fazer.

- Uma ponte ferroviária?

- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa. – Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!

- Pois é.

- E, então?

- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim. Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.

- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta… – Não, não vai ter.

- Não vai? Então, vai ser uma ruína!

- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína – aliás, já admitida pelo Governo – porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.

- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?

- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!

- E vocês não despedem o Governo?

- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo…

Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?

- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.

- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?

- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.

- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?

- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade. Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:

- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?

- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa. – Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?

- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.

- Não me pareceu nada…

- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.

- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?

Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.

- E tu acreditas nisso?

- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?

- Um lago enorme! Extraordinário!

- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.

- Ena! Deve produzir energia para meio país!

- Praticamente zero.

- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!

- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.

- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar – ou nem isso?

- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.

- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada? – Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor. Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:

- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?

- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, eram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez. Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:

- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!





1 DE JULHO – DIA INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS

1 07 2009

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Desde 1966 que a ACI (Aliança Cooperativa Internacional) formulou os princípios básicos do movimento cooperativista, porque sendo organizações visceralmente democráticas, com métodos de actuação honestos e transparentes e tendo como principal objectivo a melhoria da qualidade de vida dos seus associados, acabam por ser, pelo seu exemplo, uma voz respeitada dentro da comunidade em que estão inseridas. 

O «Dia Internacional das Cooperativas» começou a ser comemorado algumas décadas antes, de forma a assinalar a vivência dos mais de 500 milhões de cooperativistas em todo o Mundo com uma obra concretizada  nos vários domínios (habitação, economia, saúde, educação, bens, serviços, comunicação, transportes, etc.) da maior valia e prestabilidade.





CUTELO OU 6.35?

30 06 2009

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Hoje, resolvi pôr à consideração dos meus caros concidadãos blogosféricos, um assunto que me anda a consumir alguns neurónios há já algum tempo.

O apartamento por cima do meu é habitado por dois selvagens da família dos humanos, ou melhor de uma espécie antropologicamente similar fisicamente aos humanos, mas com características de ADN da família dos rocinantes e dos suínos. Na verdade, a única particularidade que os une aos humanos é o facto de serem mamíferos, embora desprovidos de capacidade racional.

O que se passa é que apesar de advertidos por carta, teimam em continuadamente inundar a minha varanda com cascatas de água e terra provenientes de uma plantação que possuem na varanda deles e que faz inveja à Estufa Fria de Lisboa. Julgo mesmo que deve ser o excesso de oxigénio emanado pela enorme quantidade de plantas (serão no mínimo uns 50 vasos numa varanda de cerca de 2 m2!), que lhes deve ter provocado o adiantado estado de mentecaptismo.

Com todas as investidas diplomáticas esgotadas (diálogo, cartas, advertências, administração do condomínio), algumas de bicos-de-obra passados, afigura-se-me apenas partir para uma solução repressiva/policial/judicial ou, em alternativa, para a solução sanguinária e a respectiva utilização do cutelo ou da 6.35.

No entanto, é neste particular que gostava que os caros visitantes (alguns se calhar já tiveram que lidar com casos idênticos), me pudessem aconselhar qual o melhor método para “domesticar” esta fauna de sabujos.

 1- Varrer a porcaria para dentro de uma pá e despejar-lhes os detritos no tapete da porta deles.

 2- Pegar fogo aos vaso com um cocktail molotoff

 3- Despejar o meu caixote de lixo na varanda deles, atirando a porcaria de baixo para cima

 4- Apanhar o animal (macho) no meio das escadas e dar-lhe dois ou três abrunhos no meio dos olhos

 5- Chamar a polícia sempre que despejem porcaria

 6- Fazer queixa e levá-los a tribunal

 7- Dar uso ao cutelo ou à 6.35

Desde já agradeço a vossa opinião. O que vocês decidirem será feito!





DISSERTAÇÕES DE UM BANAL INÍCIO DE SEMANA

29 06 2009

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Numa das minhas rápidas passagens pela imprensa on-line de hoje, deparei-me com este comentário de um leitor, digno de destaque:

“Para quem está há mais de 20 anos na União Europeia estamos num vergonhoso 19º lugar. Não tarda até um país que saiu da guerra há pouco mais de uma década como a Croácia e sem a ajuda dos dinheiros da UE nos passa a perna. A Eslováquia já nos igualou praticamente. A Rep. Checa já nos leva 5% de avanço, a Eslovénia 15%, o Chipre 20% e entraram todos em 2004 vindos de zonas complicadas.”

É caso para perguntar se nós portugueses não prestamos mesmo, se sofremos de algum síndroma de mentecaptismo hereditário, se os outros são geneticamente superiores, ou se é mesmo a União Europeia a culpada. Resposta difícil. Se calhar é uma conjugação de todos os factores…

Entretanto, acabo de escutar na rádio que dois indivíduos referenciados, assaltaram um polícia que se encontrava numa paragem de autocarro à espera do transporte público, tendo-lhe levado a carteira e a arma. Esta é ideal para melhorar o humor de início de semana de trabalho.





HOMENAGEM A FARRAH FAWCETT

26 06 2009

Enfim, como sempre preferi a Farrah Fawcett ao Michael Jackson, aqui fica a homenagem do Marreta…

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Adeus anjo.





20 CANÇÕES / 20 VIDAS (XI)

26 06 2009

Ainda hoje, com 202 anos, penso muitas vezes seriamente em dedicar-me à pesca…

Fisherman’s Blues – The Waterboys

Para ver/escutar a canção anterior clicar aqui.





OLHA ESTA!

25 06 2009

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A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, comprometeu-se hoje a não aumentar os impostos se vencer as eleições legislativas e formar Governo e reiterou a intenção de baixar a carga fiscal quando isso for possível.

Até quando o povinho vai continuar a acreditar nesta seita? Já não chega?!